(…) importante é notar que sem as grandes estatais brasileiras não haveria grande parte da produção cultural hoje. Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa, além das secretarias estaduais e outros órgãos oficiais, sustentam o grosso do cinema, do teatro e da música erudita brasileira, para não falar da imprensa do setor. O que cria uma situação irônica: como essas estatais se beneficiam das leis de incentivo, que permitem abatimento fiscal dos patrocínios, o dinheiro do contribuinte financia duplamente cada evento (ao custeá-lo e ao ser abatido).
Da série Bizarrices das Leis de Incentivo à Cultura
23 9 2008 por Alessandro Martins · 2 comentários
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2 comentários até agora ↓
1 léo e só // 23 9 2008 às 20:31
oi ALESSANDRO
Meu, lendo sobre lei de incentivos dá até pra cirar um filme de horror, com muitos elementos de Kafka.
Que Medo!
2 Alessandro Martins // 25 9 2008 às 8:39
Léo,
sei que há bons trabalhos sob a lei de incentivo, mas saber que algo foi financiado por ela já me desanima um pouco.
Abraços.
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