O discurso (inesperado) do ódio
3 6 2008 por Alessandro Martins
· 7 comentários
Próximos ao local onde moro, existem mais lambe-lambes e estêncis desse gênero e com o mesmo tipo de discurso que os abaixo.
Por um lado fico incomodado.
Por outro lado tornou-se mais fácil para mim - mesmo sendo homem, branquelo, heterossexual, classe média -, vestir as chinelas alheias e perceber como se sente o membro de um grupo discriminado qualquer ao ouvir a voz do ódio.


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Foi John Kenneth Galbraith, o superletrado mago da economia, que cunhou a expressão "sabedoria convencional". Ele não a considerava
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7 comentários até agora ↓
1 ana lucia // 3 6 2008 às 11:51
Mulher, minoria ainda que maioria…
2 Regina Martins // 3 6 2008 às 16:36
sem palavras.
3 Anny // 3 6 2008 às 18:06
Será que é preciso ouvir a voz do ódio?
Expressar ódio tem algum objetivo construtivo?
Antes pensava que era preciso expressar todos os sentimentos. Agora mudei de opinião. Melhor transformá-los em ações a favor do ser mais humano.
4 Simone // 5 6 2008 às 10:41
Pois é. É esse tipo de chauvinismo maníaco que dá argumento ao intolerante oposto (o machão) pra atacar quem defende justamente menos intolerância… dos dois lados.
5 Flávia // 6 6 2008 às 14:42
Essas imagens me fizeram lembrar do filme Cidade das Mulheres, do Felinni. É o mesmo discurso, só que mais divertido.
6 Alessandro Martins // 7 6 2008 às 13:10
@Flávia: meeeeeeedo.
7 Érica // 8 6 2008 às 1:16
o ódio que nasce do ódio, parece.
parabéns pelo blog.
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