O discurso (inesperado) do ódio

3 6 2008 por Alessandro Martins · 7 comentários

Próximos ao local onde moro, existem mais lambe-lambes e estêncis desse gênero e com o mesmo tipo de discurso que os abaixo.

Por um lado fico incomodado.

Por outro lado tornou-se mais fácil para mim - mesmo sendo homem, branquelo, heterossexual, classe média -, vestir as chinelas alheias e perceber como se sente o membro de um grupo discriminado qualquer ao ouvir a voz do ódio.

Você vai gostar...

  • Dumbledore é gay. E daí?
  • É o tipo de coisa a que os jornalistas e os fãs só dão atenção porque simplesmente não há importância alguma nisso. Agora a autora da série livros Harry Potter, J.K.
  • Você associa a verdade à conveniência?
  • Trecho do livro Freakonomics, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner: Foi John Kenneth Galbraith, o superletrado mago da economia, que cunhou a expressão "sabedoria convencional". Ele não a considerava

    Tags: Fotografia

    7 comentários até agora ↓

    • 1 ana lucia // 3 6 2008 às 11:51

      Mulher, minoria ainda que maioria…

    • 2 Regina Martins // 3 6 2008 às 16:36

      sem palavras.

    • 3 Anny // 3 6 2008 às 18:06

      Será que é preciso ouvir a voz do ódio?
      Expressar ódio tem algum objetivo construtivo?
      Antes pensava que era preciso expressar todos os sentimentos. Agora mudei de opinião. Melhor transformá-los em ações a favor do ser mais humano.

    • 4 Simone // 5 6 2008 às 10:41

      Pois é. É esse tipo de chauvinismo maníaco que dá argumento ao intolerante oposto (o machão) pra atacar quem defende justamente menos intolerância… dos dois lados.

    • 5 Flávia // 6 6 2008 às 14:42

      Essas imagens me fizeram lembrar do filme Cidade das Mulheres, do Felinni. É o mesmo discurso, só que mais divertido.

    • 6 Alessandro Martins // 7 6 2008 às 13:10

      @Flávia: meeeeeeedo.

    • 7 Érica // 8 6 2008 às 1:16

      o ódio que nasce do ódio, parece.

      parabéns pelo blog.

    Deixe um comentário