
Tudo bem quando a coisa era brincadeira e todo mundo sabia um ou dois fatos sobre Chuck Norris.
Coisas como:
- Chuck Norris não tem medo do escuro. É a escuridão que tem medo dele.
- Deus disse: faça-se a luz. E Chuck Norris disse: tudo bem.
Acontece que um sujeito resolveu publicar uma compilação de todas essas frases.
Não deu outra. Processo.
Alguns dos fatos foram considerados preconceituosos e, além disso, o título do livro - A Verdade Sobre Chuck Norris - dá a idéia de que é tudo verdade.
Isso sem falar no provável uso indevido do nome e da imagem.
Pessoalmente, nunca entendi muito bem esse culto a esse ator e atleta. Mais atleta que ator, diga-se de passagem.
Eu sempre achei Bruce Lee um sujeito muito mais legal.
Fonte: Gaveta do Autor.




7 comentários até agora ↓
1 André // 28 12 2007 às 9:09
Fiz um post no Literábit que também fala disso.
Se eu fosse o dono da editora, saía correndo antes de levar um roundhouse kick na cara :P
2 Carlos Henrique // 28 12 2007 às 9:23
Falta de senso de humor estamos vivendo hoje.
3 Cristina L. // 28 12 2007 às 10:50
Pra mim a coisa toda não fazia sentido até adaptarem livremente para o Jack Bauer. Mas a piada já perdeu a graça, convenhamos. Quem compra um livro desses? (ok, deve ser o mesmo consumidor da Monica Veloso)
4 Cristina L. // 28 12 2007 às 15:25
E feliz 2008, Ale querido.
5 Anny // 28 12 2007 às 16:33
Rapaz! Um cara horroroso desse, devia ter medo de olhar no espelho e tem gente que tem o mau gosto de ainda comprar um treco desse…
Credo!
Beijos, Alessandro.
6 Louis Ciffer // 28 12 2007 às 20:47
Alê, o cara é tão fake, que uma forma de sacaneá-lo era colocá-lo como fodão; por isso os “facts”. Aí as pessoas pegram gosto, e resolveram estender á outros “personagens”.
Mas como disse um “comentador” acima: Já perdeu a graça.
7 Albarus Andreos // 8 1 2008 às 9:14
Sensacional!!!!!! Lembro que quando jogava EVE-Online, era uma constante os caras (a maioria americanos) virem com as ironias e piadinhas chucknorrianas, como as duas que você escreveu acima. Eu não entendia nada… Seguem mais ou menos a lógica daqueles famosos e irritandes jogos de advinha do tipo: ” o que é um grão de milho no canto da sala?”… ou então “como se põe cinco elefantes dentro de um fusca?”… O fato é que o nosso amigo Chuck foi um ilustre co-ad de Bruce Lee, mesmo. Foi um vilão que levava um cassete do china-Cult num filme da época. Nas academias de artes marciais que proliferavam, tinha posteres dele (lendo algumas crônias de Rubem Fonseca lembro desses ambientes) bloqueando uns golpes do Brece Lee, hahahaha. Ótimo! Exatamente este fato e o de ter sido campeão mundial de Karatê (não nessa ordem) o levaram a se tornar uma celebridade barata e o tornaram mundialmnete conhecido por causa daqueles filminhos que eu gostava (reconheço…) quando eu era pequeno e não havia surgido ainda um Jean-Cloud Van Damme, para abixalhar um pouco a coisa. Chuck foi inspiração para o filme Karatê-Kid (e o II o III, o IV…), que deu muita grana para alguém dos anos 80. Nos 70, ainda, havia o seriado Kung-Fu (puts! que legal!!!), com o David Carradine que, como o Chuck, era ídolo do Quentin Tarantino e serviram de inspiração para vários de seus filmes-porcaria-revivals-sabe-se-lá-por-quê-nota-10. Como já comentado, o Chuck era o fodão, numa época em que Charles Bronson exterminava elencos e mais elencos em seus filmes (que eu adorava também… Arrgh!). Um cara tão canastrão que abriu caminho para auterofilistas se tornarem governadores da Califórnia. Virou moda. Ele foi o precursor de uma nova linhagem… bem… Não tão nova, já que Ronald Reagan foi ator de filmes ruins e que por sinal virou presidente dos U.S.A. Meu Deus! Voltei a lembrar que eles tem o maior arsenal atômico do planeta! Devia ter tido mais medo na época. Por que ninguém mais comenta isso? Tinha me esquecido também… Ufa! Ainda bem que esse tempo passou (será?).
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