Vire páginas de um livro virtual como se ele fosse de verdade

1 7 2007 por Alessandro Martins · 12 comentários

hp_ebookreader.jpgEnquanto os primeiros ebook readers começam a pipocar no Brasil, a HP já embarca em uma novidade interessante que promete cativar aqueles leitores que têm uma relação mais física com o texto.

Esse protótipo, que encontrei no The Gadgets Network, tem formato A4 e uma interface intuitiva em que você vira as páginas virtuais como se virasse as páginas de um livro de verdade.

A possibilidade de usar conectividade Wi-Fi dá uma idéia do tipo de futuro que essa tecnologia reserva às possibilidades de leitura.

Como acredito que tais coisas - de uma maneira ou de outra, talvez em outros formatos - serão o futuro da leitura, vou ficar de olho nessas novidades para deixar você sempre a par delas.

Você vai gostar...

  • Conheça pessoas que gostam de livros no Fórum Sobre Livros
  • O escritor português José Saramago fala sobre o Second Life
  • Fore edge painting: pinturas que surgem como mágica nas beiradas do livro
  • Livros da Editora do Autor e da Editora Sabiá, baratinhos pra você
  • Estante Virtual: TODOS os sebos em um; encontre o seu livro usado
  • Marcador de páginas Eu Estive em Cracatoa
  • Marcador de página inteligente evita que leitor se perca
  • Cosmos Trapo A Ovelha Negra

    Clique nos livros para comprar. Quero ver mais indicações.

    Tags: Bugigangas · O prazer de ler

    12 comentários até agora ↓

    • 1 Thássius // 1 7 2007 às 2:33

      O ruim é a luminosidade. Isso me cansa no monitor normal.

      Mas diga: e o preço?

      Resposta: A Sony lançou um que está saindo por US$ 350… como esse da HP é um protótipo não sei o preço. Quanto à luminosidade, creio que o avanço da tecnologia vai dar um jeito nisso mais cedo ou mais tarde… imagine se a comodidade de leitura não está no check list dessas empresas…

      Abraços!

    • 2 Lika // 1 7 2007 às 9:55

      Parece bom mas é possível armazenar quantos textos na memória? Fico pensando na economia de espaço que a tecnologia nos traz. Abraço

      Resposta: Creio que muitos livros. Não sei esse detalhe, mas o modelo que uma empresa brasileira lançou no mercado armazenava 30. Achei pouco. Livros ocupam pouca memória, relativamente. Acho que no futuro bibliotecas inteiras poderão ser armazenadas em um desse. Sem falar na possibilidade de acesso remoto… Beijos!

    • 3 Daisy Carvalho // 1 7 2007 às 10:57

      Muito virtual… Dia chegará em que talvez nem escrevamos mais… Como telepatia, não sei, sei lá… Livro é livro, desde os “papiros”, ih, desde mais atrás, vcs sabem…
      Bom domingo, Ale. Gostei de tudo.
      bj!

      Resposta: Tomara chegue logo. Aí a divulgação de textos será muito mais simples, cômoda e rápida!

      Abraços!

    • 4 k // 1 7 2007 às 22:11

      acho uma ótima idéia pra solucionar problemas com espaço (eu já estou quase sendo expulsa de casa pelos livros) e pra economi zarmos papel… não sei se isso é possível, mas seria legal se desse pra gente marcar as páginas com alguma canetinha virtual e, depois de lotada a capacidade de armazenamento dentro do aparelhinho, a gent epudesse colocar o livro (marcado) dentro de um hd ou algo assim… e aí, se a gente quisesse reler, era só passar pro reader de novo…

      estou começando a gostar da idéia…

      Resposta: O reader que eu linkei no texto tem todas essas funcionalidades de que você falou. É ótimo. Mas um pouco caro ainda.

      Beijos!

    • 5 Alexandre Kovacs // 2 7 2007 às 8:22

      É um assunto recorrente, mas tenho que insistir: e-reader não tem cheiro, textura, cor etc.

      Resposta: Oi, Alexandre… pois é, talvez você tenha razão, mas eu não consigo lembrar de nenhuma edição que mereça tal deferência. De resto, os livros vêm sendo produzidos em massa e sem personalidade alguma como objeto… há exceções, mas para mim o que vale é o texto e a mensagem. Abraços!

    • 6 Janaína Calaça // 2 7 2007 às 9:53

      Gosto da idéia, mas ainda assim não sei se trocaria o prazer, como o Alexandre mesmo disse, de manter uma relação sensorial com os livros. Cheiro, textura, cor… Poxa, tudo isso me faz resistir um pouco mais à tecnologia pelo prazer mesmo sensorial. :D

      Beijos,

      Jana.

      Resposta: Como eu disse ao Alexandre, Janaína, creio que hoje em dia existem poucas edições que mereçam tal deferência sinestésica… Beijos!

    • 7 Albarus Andreos // 2 7 2007 às 11:14

      Gente, essa de “livro eletrônico x livro de papel” cada um vai ter que ver para crer. É como “correr no parque x correr na esteira”. Tem gente que vai gostar logo de cara e depois desanimar, tem gente que vai gostar e virar fã, tem quem vai odiar de início e aderir à moda, tem quem vai odiar e pronto. O caso da esteira, que dei de exemplo, começou com as mecânicas, mais baratas, pois as elétricas só eram viáveis para academias, mas aí a tecnologia permitiu que as elétricas se tornassem mais baratas e desmontáveis, assim elas foram incorporadas de vez como equipamento caseiro. Alguns usaram meia-duzia de vezes e elas agora servem de cabide, é certo, mas tem quem use sempre que chove ou a preguiça dite o itinerário do sofá, ao invés da academia. Algumas esteiras começaram a incluir monitores que mostram lindos trajetos floridos e nos trechos de subida, a esteira muda de inclinação e o monitor mostra um caminho montanhoso… Tudo isso para dizer que se você estivesse correndo no parque teria tudo aquilo de verdade e de graça. Você se pergunta então: “porque é que estou correndo aqui e não lá na rua?” Essa converssa de esteira está me dando uma canseira danada… Dá licença que vou pegar um livro (de verdade, por enquanto).

      Resposta: A analogia seria perfeita se a gente pudesse correr em cima de cada um dos objetos. Brincadeira… entendi a comparação… mas pessoalmente, quem não gosta de correr não correrá nem em esteira nem ao ar livre. Quem gosta, o fará em qualquer situação ou com qualquer aparato…Abraços!

    • 8 Alexandre Kovacs // 2 7 2007 às 11:21

      Excelente a comparação “correr no parque x correr na esteira” do Albarus. É assim que me sentiria lendo um e-reader.

    • 9 k // 2 7 2007 às 23:04

      ai, gente… meu médico me proibiu de usar esteira(naqueles outros aparelhos elípticos, eu posso correr). no parque, faço o que eu quiser! ou seja, há diferenças e muitas! hahaha, desculpem, mas não resisti. e isso do médico é verdade.

      e meu sonho é correr na esteira. feito as mulheres lindas e homogeneizadas em gattaca.

    • 10 zé marcos // 3 7 2007 às 1:00

      Se bem conheço essa merda toda, vai travar na hora de virar a página. Um probleminha no programa e pronto, fica parada no meio, tudo embaralhado. Ou vira bem devagar, com ampulhetas girando e rindo da nossa cara. Não arrume, compre outro que fica mais barato. Sei que ainda vou jogar uma merda dessa na parede.

    • 11 _Maga // 3 7 2007 às 9:19

      Adorei hahahahaha, nada como um bom fetiche, não? Afinal, vai me dizer que um detalhe desses tem alguma utilidade, a não ser fazer um charme?

      Isso lembrou-me de um aparelhinho que foi lançado a um tempo e que era um “rebubinador de DVD”, que consistia em um aparelho onde se colocava o DVD e ele fazia o barulho de uma fita VHS rebubinando. Pra que servia? Para nada! Só para dar um alento aos mais nostálgicos… ;)

      beijos

    • 12 Daniela // 25 10 2007 às 17:53

      Que barato! Adorei!

    Deixe um comentário