Se você é um nostálgico incorrigível, pode deixar o seu teclado com o som de uma máquina de escrever com o programa Sound Pilot.
Infelizmente, ele permite apenas 30 dias de testes antes da licença vencer e você ter que pagar para o fabricante a fim de continuar usando. O Sound Pilot permite também outros sons como código-morse, eróticos, porcos e sapateado.
Lembro de recentemente, em uma visita de um colégio ao jornal, uma das crianças ter visto a máquina de escrever do fundador da empresa sob uma redoma de vidro.
Ela cutucou-me:
- O que é isso?
Ela realmente não sabia.
13 comentários até agora ↓
1 Fabiana // 15 5 2007 às 10:53
Sessão nostalgia total…Até hoje me lembro quando ganhei uma máquina de escrever. Era o super presente da época! Me ajudou um bocado com trabalhos da escola.
2 _Maga // 15 5 2007 às 12:29
Bah…. e pensar que eu fiz datilografia!! (hahaahaha o ironico é que isso foi em 94, ou seja: já tinha computador em casa hahahahaha)
Que barato isso!!! Mas acho que prefiro o silêncio ou uma boa música…
beijos
3 João // 15 5 2007 às 21:05
“Ela *realmente* não sabia.” E lembrar que na adolescência eu datilografava poemas… hahaha.
4 Cristina L. // 15 5 2007 às 21:39
Eu tinha uma Olivetti Lettera verde portátil. Escrevia diários de bordo aos 15 anos, no colo, na cama. E fiz nove meses de datilografia, quando o normal eram seis meses. Isso porque me “empurraram” pra sair. Não peguei o diploma. E detesto máquina, vivia enfiando os dedos nos buracos entre-letras e acabando com as cutículas.
5 Alessandro Martins // 16 5 2007 às 8:35
Também tive uma, Fabi… Olivetti verdinha. Aprendi a datilografar nela… ou digitar, que seja… achei um livrinho e fiz os exercícios por conta até aprender… minha única dificuldade hoje são os números.
6 Alessandro Martins // 16 5 2007 às 8:36
Bem, Maga, também acho melhor trabalhar em silêncio. Nem música. Quando estou ouvindo, gosto de prestar a atenção. No máximo, dirigindo… beijos!
7 Alessandro Martins // 16 5 2007 às 8:37
Eu também, João… e se a datilografia não ficava perfeita e a diagramação também eu fazia tudo de novo. Ah… tive um fanzine chamado Consciência Ébria que eu fazia só na máquina de escrever. Bem sem graça, mas eu achava o máximo… abraços!
8 Alessandro Martins // 16 5 2007 às 8:38
Também tive uma igualzinha, Tina… o mais engraçado é que você deve saber de que máquina de escrever estou falando no texto…
9 Lika // 17 5 2007 às 9:34
Eu também tive uma Olivetti Lettera usada verde de fita vermelha e preta que ganhei de minha avó paterna quando era pré-adolescente. Vivia enfiando os dedos no teclado e rebatendo letras. Muito tempo depois, comprei uma Olivetti elétrica que tenho até hoje na estante de minha casa. O teclado dela é quase igual ao de um computador. Eventualmente eu costumo usá-la por pura nostalgia. Abraço, Alessandro!
10 Alessandro Martins // 20 5 2007 às 14:02
A minha eu acabei dando… acho que, se a tivesse, acabaria usando para escrever cartas ou coisa assim… não é má idéia… quanto será que está uma usada? Pois nova é que não deve ter… rs.
Abraços!
11 Aurélio de Oliveira // 4 7 2007 às 6:11
Sobre máquinas de escrever, o Luiz Fernando Veríssimo tem uma crônica ótima. Lá pelas tantas, o filho, apontando para uma máquina de escrever, pergunta ao pai: “O que é isso?” Ao que responde o pai: “Bem… isso é como um computador… a diferença é que este imprime na hora que você escreve. O outro não! “Putz… genial”!” respondeu o menino. Pois é…
12 Aurélio de Oliveira // 5 7 2007 às 22:04
Ô Alessandro… meu comentário não foi aprovado?
abraços
Aurélio de Oliveira
13 Máquinas de escrever antigas | Livros e afins // 5 7 2008 às 7:37
[...] 19 9 2007 por Alessandro Martins · 19 comentários Eu falei aqui de um programa que faz com que seu teclado fique com o som de uma máquina de escrever. [...]
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