De uma matéria do Jornal do Estado, assinada pelo editor Ivan Santos, sobre as principais empresas doadoras para o candidato reeleito ao governo do Estado do Paraná, Roberto Requião, conhecido por eventualmente comer mamona na frente do presidente da República:
Também chama a atenção os R$ 250 mil doados pela Nortox, empresa que produz defensivos agrícolas inclusiva para o plantio de transgênicos, cujo combate é uma das bandeiras políticas do governador.
A matéria dá outros exemplos de como o discurso é diferente da prática na política em geral. Não me iludo, porém, com a idéia de que seria diferente caso o outro candidato, Osmar Dias, vencesse.
Gosto desse tipo de matéria em que não se faz nenhuma denúncia no sentido legal. A denúncia, muito mais sutil, é moral. Afinal, não é contra a lei obter apoio financeiro de seja lá que empresa. Mas é ético?
É a velha pergunta:
- Meu caro Capitão Mamona, isso é legal. Mas é moral?



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